domingo, 18 de setembro de 2011

Festa do Miguelito

No dia 17/09/2011 o nosso Miguelito comemorou a sua festa de aniversário.
Para variar foi a família toda festejar... FESTAAAA

Este ano o Miguel teve uma pertença importante e diferente dos outros anos, a sua irmã Matilde... 

Claro que não resisto a esta menina lindaaa... o ultimo membro da família!



O aniversariante com o nosso presente, já a sujar as sapatilhas... hahahaha



 O meu marido também não resiste à nossa bébé Matilde... tá praticando!


A tita Gilberta quer é espremer as bochechas da Matilde...


O bolo estava giro, do MEGAMAN... e o recheio estava excelente!


Os meus papás orgulhosos... 


E teve na hora do Pedro dizer: "Patrícia queres beber alguma coisa?"
Claro Pedro! vamos à tasca! 

  
Hora de olhar para o passarinho... CHEESE!





Pratica amor, pratica!!!!


PARABENS!!!!





Uma familia feliz!!! Parabéns!


Familia reunida!




A tótó... hahaha





A mamã já nem sabia para onde se virar... simplesmente estava contente!

 
As maninhas inseparáveis!...








Homens reunidos = Futebol!


Daqui a um ano há mais!!!!!!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Aquilo que eu sou...

Gosto de:
. Ser amada e Amar;
. Ser desejada e desejar;
. A minha família;
. Estar rodeada de amigos verdadeiros;
. Pôr-do-Sol e Nascer-do-Sol;
. Mar;
. Dança;
. Música;
. 7ª Arte;
. Fotografia...;
. Natureza;
. Chá;
. Velas por todo o lado;
. Incensos;
. Artes;
. Gatos;
. Tartarugas;
. Culturas diferentes;
. Aprender coisas novas;
. Que me façam rir;
. Pessoas positivas e animadas;
. Estar ocupada;
. Morangos;
. Chocolate;
. Uma linda noite de luar;
. Caminhar;
. Acordar cedo e tornar o dia produtivo;
. Que o dia tivesse mais que 24horas;
. Benfica... hehe;
. Pensar que há pessoas boas;
. Ajudar as pessoas quando precisam;
. Sair e divertir;
. Sentir-me livre;
. Surpresas;
. Imaginação;
. Inovação;
. Romantismo;
. Há quem diga: "de coisas eskisitas";
. Acordar com um sms positivo e querido; (mas depois das 9h)
. Flores no dia de aniversário, no dia dos namorados, num dia especial, num dia normal sem qualquer razão;
. Descobrir sensações diferentes em mim e noutros;
. Ou simplesmente descobrir;

Detesto:
. Ter que fazer escolhas;
. Que falem mal de mim;
. Baratas;
. Ser forçada;
. Pessoas falsas;
. Pessoas oportunistas;
. Ter que dizer Adeus;
. Pessoas frias;
. Que me chateiem;
. Ser mandada;
. Que duvidem de mim;
. Quando não há confiança;
. Que não me dêem atenção;
. Que mexam nas minhas coisas, quando não devem;
. Ter agenda;
. Sentir-me sozinha;
. Desilusão;
. Não ser escutada;


(Pena nunca mais ter feito aquilo que gosto...)

Texto e Foto por: Carlinhafernandes

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tarot do Dia - 5 de Espadas

Aprendendo a dar limites

O 5 de Espadas como arcano de conselho para este momento de sua vida solicita que você saiba se dar os devidos limites dentro do que você pode e do que não pode fazer, Carla. Não ponha o carro na frente dos bois, nem assuma mais compromissos ou responsabilidades do que você (humanamente) pode. Não se superestime e aprenda a colocar limites em seus próprios movimentos. Agir com prudência agora é a chave, ainda que você se irrite e ache a prudência algo um tanto quanto “covarde”. Encare o que é possível fazer, antes de seguir adiante. Ao contrário do que você pensa, reconhecer e respeitar os próprios limites não é um ato derrotista e sim um ato adulto que lhe permitirá futuramente ultrapassar as coisas que lhe incomodam tanto interna quanto externamente.

Conselho: Aprenda a respeitar seus limites temporários.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tudo de Novo...

Sei que nem sempre dou o melhor
Penso só depois de me arrepender
Qualquer dia o nosso caso vai prescrever

Não me deito sobre a solidão
Prefiro o colchão onde te deixei
Há distância do que tenho sei dizer
Não te sintas só

Se nos sai mal
Faço tudo de novo
Se nos sai mal

Duas horas para acabares
O que em quatro anos
A gente fez
A rotina sabe responder porquê

Longe de um início
Estava junto mas sozinho
Sei que para ti nem custou
Qual dos dois mudou as regras
No fim

Ambos com razão
Ambos sem desejo
E o cansaço deu
Ordem de despejo
Sem pensar que na verdade só o tempo mudou
Não te sintas só

Vou mudar este jogo
Com as minhas mãos

Não te sintas só

Vem mudar este jogo
Que eu não quero perder
Eu não quero perder

Letra de: Klepht

Foto de: Carlinhafernandes

domingo, 11 de julho de 2010

Ponto de Equilibrio - A Ditadura da Felicidade

Ser feliz. Sempre que, no início de uma acção de desenvolvimento pessoal, pergunto: "O que é que o trouxe aqui?" ou "Em que a posso ajudar?" A resposta que obtenho é quase sempre: "Não me sinto feliz nem sei muito porquê", ou, "acho que tenho tudo... mas não sou feliz". Pois é. Felicidade, esse inalcançável.
E aqui gera-se uma certa angústia em mim. De facto, não há fórmulas para a felicidade. Não há truques que se ensinem para a alcançar. Ser feliz é um objectivo nobre e natural. A única questão preocupante é que esta busca da felicidade é quase ditatorial: algo que condiciona as nossas decisões, o modo como nos relacionamos com os outros, as amizades que escolhemos, os empregos que desejamos ter. Que condiciona até a forma como nos sentimos obrigados, face à pressão social, familiar e profissional, a dizer, muitas vezes, "estou bem"; "está tudo bem", quando a resposta que nos apetecia dar era: "não estou nada bem, sinto-me perdido e não sei como fazer".
Rollo May (1958), fundador da Escola Psicoterapêutica Existencial Norte Americana, vem dizer-nos exactamente que o homem anda tão preocupado em ser feliz que está a esquecer-se de ser alegre. Estamos sempre à procura do melhor emprego, da melhor casa, do melhor carro, da melhor companhia, dos melhores amigos, da melhor condição social... de tal forma que nos tornamos escravos da nossa procura infindável. Escravos de nós mesmos e do que nos impõem (ou do que deixamos que nos imponham). Somos programados para ganhar dinheiro, para fazer amizades rentáveis, para ser excelentes trabalhadores, excelentes estudantes, excelentes amantes.
E neste ciclo somos também, ensinados a ter medo. Medo de perder, medo de não conseguir, medo de sermos considerados inúteis, medíocres, falidos, feios... E ninguém nos programa para sermos mais pessoas, para sentirmos o prazer das pequenas coisas, para abrandarmos e olharmos para os que estão à nossa volta, para termos compaixão, para ouvir atentamente quem precisa da nossa atenção, para dedicarmos tempo aos que estão fragilizados, para darmos primazia aos sentimentos, para olharmos para a natureza, para um sorriso, para as pequenas conquistas do dia-a-dia.
Se, por alguma vez, já se sentiu perdida na busca da felicidade, talvez seja conveniente permitir-se alguns luxos, um dos quais o de abrandar e o de se permitir reflectir. Reflectir naquilo que realmente procura. Talvez esteja a procurar algo que já tem, que já existe em si mesma, mas que não vê tal é a correria em que se transformou os seus dias.
Sendo assim, permita-se deixar sair as suas emoções. Sejam elas quais forem. Raiva? Deixa sair a raiva (ter em casa umas boas almofadas para bater é aconselhável). Sufoco? Deixe sair o sufoco. Mesmo que isso signifique chorar. Chorar não é sinal de fraqueza, pelo contrário, é um reflexo da sua força interior a fazer algo que necessita para a sua sobrevivência num dado momento.
É tristeza que sente? Permita-se sentir a tristeza. Se ela está a surgir é porque precisa de olhar de forma diferente para a sua vida, é porque precisa de mudanças, caminhas por vias diferentes. Custa? É verdade. Mas a tristeza faz parte da alegria. Como poderá sentir o que é a alegria sem nunca ter sentido tristeza? Aprender a conviver com a dor, e com os momentos menos bons, é uma aprendizagem que devemos fazer no sentido da nossa felicidade. É preciso estarmos conscientes de que as emoções, sobretudo as negativas, fazem surgir os nossos medos e por isso as evitamos a todo o custo.
Finalmente, permita-se sentir os momentos de alegria. Vai ver que a felicidade se constrói de forma muito simples, a partir de momentos básicos, tão básicos, que por vezes nem tomamos consciência de que estão a ocorrer. Hoje, aqui e agora, acredite em si! Faça algo por si! Nada é permanente.

Texto de: Teresa Marta, revista Saber Viver nº 121, mês de Julho 2010
Foto de: Mr David Boyd

sábado, 22 de maio de 2010

Nostalgia

Caí num baú de memórias...
Acabei de encontrar um universo de memórias, do qual tenho saudades.
Descobri que o ano 2007 foi o meu grande ano, e tenho saudades dele: rodeada de amigos, sensações, pensamentos positivos, pôr-do-sol, dança, música, tudo num só ano. Um GRANDE ANO!
Estava sempre rodeada de pessoas que me transmitiam sensações maravilhosas, que me faziam sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não pensava em dinheiro, não pensava em limites, pois o céu era o limite, e eu sentia-me bem no alto de tudo! O mundo era meu "escravo"!
Dancei muito, em discos, em palco ou em competiçoes (07/07/07). A dança apoderava-se de mim e mostrava-me o que era capaz, expressava o meu sentimento em gestos, Fantástico!!!
Cantei, decidi desafiar a minha voz, e surpreendi-me!
Agora é tudo monótono, tornei-me escrava de um mundo em que todos os dias são iguais, nada muda! Em que tudo depende de uma coisa: dinheiro!
Tenho saudades do meu antigo "eu"! De me sentir dona de mim propria, sentir que eu dependia das pessoas e elas de mim, tornando-me útil e tornando o mundo num lugar melhor! Sair e espairecer porque apetece, sem planos!
De fugir de uma rotina! Ir onde apetece, quando apetece! Captar momentos e sensações!
Tenho saudades do meu 2007!

sábado, 24 de abril de 2010

Anatomia de Grey

"We spend our whole lives worrying about the future, planning for the future, trying to predict the future, as if figuring it out will cushion the blow. But the future is always changing. The future is the home of our deepest fears and wildest hopes. But one thing is certain when it finally reveals itself. The future is never the way we imagined it."

"Did you say it?
'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.'
Did you say it?
Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around; Drink it in 'cause this is it.
It might all be gone tomorrow."