terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Inconstância

Procurei o amor, que me mentiu.
Pedi à Vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!

Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a boca me queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava
Igual a tanto sol que me fugiu!

Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...

E este amor que assim me vai fugindo
É igual a outro amor que vai surgindo,
Que há-de partir também... nem eu sei quando...


Florbela Espanca

Será que foi só um sonho??

Acabei de acordar, mais pensativa que nunca, tive um sonho que mais parecia realidade, talvez uma realidade que eu desejaria...
Sonhei que precisavas de mim, que acordaste desse teu mundo, e abriste-o.
Sonhei que estavas comigo porque precisavas, porque me descobriste nesse mundo.
Sonhei que ainda te lembravas de mim, nesse teu enorme mundo.
Acordei com o coração a bater bem depressa... porquê??
Porque me persegues em sonhos e não na realidade...
Sonhos não passam de sonhos, e é assim que tenho que encarar a realidade.

ERVAS DOS SIGNOS

1) Áries: Almiscar, Sândalo, Ópium.
2) Touro: Pinho, Eucalipto, Cravo, Canela.
3) Gêmeos: Rosa, Alecrim, Jasmim.
4) Câncer: Maçã, Alfazema, Violeta.
5) Leão: Patchouli, Almíscar, Sândalo, Ópium.
6) Virgem: Rosa, Alfazema, Benjoim.
7) Libra: Maçã, Rosa, Cedro.
8) Escorpião: Almíscar, Ópium, Eucalipto.
9) Sagitário: Cravo, Canela, Rosa.
10) Capricórnio: Lótus, Alecrim.
11) Aquário: Violeta, Rosas, Flores do Campo.
12) Peixes: Violeta, Alecrim, Alfazema.

Achei giro =)
André sempre mandas umas coisas muito interessantes...

domingo, 27 de janeiro de 2008

Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,)
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho genios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta

E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, para o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei que moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.


Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheco-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Álvaro de Campos
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.

Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.


Alberto Caeiro
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de *dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...

Fernando Pessoa

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Cry



I'm not the type to get my heart broken
I'm not the type to get upset and cry
Cause I never leave my heart open
Never hurts me to say goodbye
Relationships don't get deep to me
Never got the whole in love thing
And someone can say they love me truely
But at the time it didn't mean a thing

My mind is gone, i'm spinning round
And deep inside, my tears i'll drown
I'm losing grip, what's happening
I stray from love, this is how I feel

This time was different
Felt like, I was just a victim
And it cut me like a knife
When you walked out of my life
Now i'm, in this condition
And i've, got all the symptoms
Of a girl with a broken heart
But no matter what you'll never see me cry

Did it happen when we first kissed
Cause it's hurting me to let it go
Maybe cause we spent so much time
And I know that it's no more
I shoulda never let you hold me baby
Maybe why i'm sad to see us apart
I didn't give to you on purpose
Gotta figure out how you stole my heart

My mind is gone, i'm spinning round
And deep inside, my tears i'll drown
I'm losing grip, what's happening
I stray from love, this is how I feel

How did I get here with you, i'll never know
I never meant to let it get so, personal
After all I tried to do, stay away from loving you
I'm broken hearted, I can't let you know
And I won't let it show
You won't see me cry


Esta musica é considerada um desabafo de uma crise existencial...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Angel Song

This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you

I'm taking no calls unless it's her voice
I'm seeing no one unless it's her
I open the mailbox every hour
Maybe I'll hit the postman
I want to hear some love words
But not it that dyslexic voice
No I won't tear apart for you
But I was given no choice

I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me
"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
to raise
from
you.

Am I real? Are you real? Is this real? What's real?
Am I real? Are you real? Is this real?

Tell me, what's real

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

desabafo das 14h30

Este desabafo hoje vem mais cedo que o normal, mas nao sei o que se passa hoje... simplesmente sinto que nao tenho nada que me prenda a esta vida :S sinto-me carente de algo que não sei explicar.
Sinto que todos os que me rodeiam têem tudo e se sentem felizes, e eu com o que tenho e tento ter, que não é pouco, sinto-me infeliz.
Sinto que nada me prende nem eu prendo ninguém, não há um ponto de abrigo, aquele a que posso regressar depois de um dia cansativo, a quem telefonar para falar destes desabafos...
Não sei o que se passa hojeeee!!!! Se calhar é um acumular de infelicidades, que agora não me deixam... :( Bem por fora e triste dentro... e é assim...
Não há nada a fazer... só viver outro dia, seja aqui ou noutro lugar, só preciso agora de um pouco de céu :S
Acordo de manhã a pensar que hei de fazer, mas tornou-se tudo muito mecânico, muito robotizado, nada para tirar-me desta rotina, só a imaginação que me faz sonhar com algo diferente para a minha vida. Há que lutar para algo melhor, mas será que algum dia terei realmente feliz e realizada? Será que terei o meu pedaço de céu? O meu abrigo? Quiçá!
São muitas perguntas e infelizmente nenhuma resposta... será que vale mesmo a pena lutar por uma coisa que nunca saberemos se é realmente nossa?
Só temos que viver e lutar por aquilo que acreditamos, ao menos tendo algo que nos faça viver...
Até outro desabafo!!...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Bubbly - Colbie Caillat

King of sorrow

I'm crying everyone's tears
And there inside our private war
I died the night before
And all of these remnants of joy and disaster
What am I suppose to do

I want to cook you a soup that warms your soul
But nothing would change, nothing would change at all
It's just a day that brings it all about
Just another day and nothing's any good

The DJ's playing the same song
I have so much to do
I have to carry on
I wonder if this grief will ever let me go
I feel like I am the king of sorrow, yeah
The king of sorrow

I suppose I could just walk away
Will I disappoint my future if I stay
It's just a day that brings it all about
Just another day and nothing's any good

I'm crying everyone's tears
I have already paid for all my future sins
There's nothing anyone
Can say to take this away
It's just another day and nothing's any good

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

sábado, 5 de janeiro de 2008

Passagem de ano de 2007 para 2008

Fui passar de 2007 para 2008 no Funchal...
Como não podia faltar... com os meus pais e o meu maninho =)


Não podia faltar a maluca da primaa...


E o sexy do primoo...


e o resto da família...


O meu maninho é 1 kidoooo...


A decoração do Funchal estava gira, não fugindo à tradição...
(é preciso salientar que a máquina não é das melhores)




E o momento que todos esperavamos... 3, 2, 1... FELIZ ANO NOVO!!!





Comemos as passas e bebemos o Champagne!!! ;P


Cheers!!!! Que 2008 nos reserve um ano em grandeee!!


O porto do Funchal esteve em grande... cheio de navios e cheio de Turistas ;P



Depois fui sair com estes malucos... Ganda noiteeeeee!!!!!
Daniela, Popas (Fábio), Tatiana, Xavier e Patolas (Pedro)
Estavam todos muito "xiqui, bem!"


Eu cá nem se fala... melhor mesmo ver para acreditar ;P


E depois foi pela noite dentro, mas isso está no segredo dos Deuses... ;P
Depois devolvo aos meninos o que levei... a garrafinha de Vodka, mas ainda está como levei, pq não bebiiii.

Há muito tempo...

Há muito tempo, quando ainda te lembravas de mim.
Muitas coincidencias aconteceram... nesta noite, e não só.
Viviamos uma altura de coincidencias...


Um dia fantástico, quando ainda havia tempo... para te raptar a ti e tu a mim.


Quem sabe se te lembras que estou viva... As coisas acontecem sem sabermos porquê.
A HUGE KISS!!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

The Little Things

The little things, you do to me are
taking me over, i wanna show ya
everything inside of me
like a nervous heart that, is crazy beating
my feet are stuck here, against the pavement
i wanna break free, i wanna make it
closer to your eyes, get your attention
before you pass me by

So back up take another chance
Don’t you mess I don’t wanna lose you
Wake up this aint just a thing that you
Give up don’t you say that I’d be
Better off, sleepin by myself and wonderin
If im better off, with out you boy

So don't just leave me hanging on

And every time, you notice me by
holdin me closely, and sayin sweet things
i don't believe, that it could be
you speekin your mind and, sayin the real thing
my feet have broke free, and i am leavin
i'm not gonna stand here, feelin lonely but
i wont forget you, and i won't think this
was just a waste of time

Colbie Caillat

Fever

Never know how much I love you
Never know how much I care
When you put your arms around me
I get a fever that's so hard to bear
You give me fever
When you kiss me
Fever when you hold me tight
Fever
In the morning
Fever all through the night
Sun lights up the daytime
Moon lights up the night
I light up when you call my name
And you know I'm gonna treat you right

You give me fever
When you kiss me
Fever when you hold me tight
Fever
In the morning
Fever all through the night

Everybody's got the fever
That is something you all know
Fever isn't such a new thing
Fever started long ago

Romeo loved Juliet
Juliet she felt the same
When he put his arms around her,
He said Julie, baby, you're my flame.
Thou givest fever
When we kisseth
Fever with thy flaming youth
Fever, I'm a fire
Fever, yay, I burn forsooth

Captain Smith and Pocahontas
Had a very mad affair
When her daddy tried to kill him,
She said daddy, no, don't you dare
He gives me fever,
With his kisses, fever when he holds me tight
Fever I'm his Mrs.
Daddy, won' t you treat him right

Now you've listened to my story,
Here's the point that I have made
Chicks were born to give you fever
Be it farenheit or centigrade
They give you fever
When you kiss them
Fever if you live, you learn
Fever, till you sizzle
What a lovely way to burn

Michael Bublé

Um pouco de céu

Só hoje senti
que o rumo a seguir
levava pra longe
senti que este chao
ja nao tinha espaco
pra tudo o que foge
nao sei o motivo pra ir
só sei que nao posso ficar
nao sei o que vem a seguir
mas quero procurar

e hoje deixei
de tentar erguer
os planos de sempre
aqueles que sao
pra outro amanha
que ha-de ser diferente
nao quero levar o que dei
talvez nem sequer o que é meu
é que hoje parece bastar
um pouco de céu

só hoje esperei
já sem desespero
que a noite caisse
nenhuma palavra
foi hoje diferente
do que ja se disse
e ha qualquer coisa a nascer
bem dentro no fundo de mim
e ha uma forca a vencer
qualquer outro fim

Mafalda Veiga