sábado, 27 de março de 2010

Dança



Musica: Sara Bareilles
Dançarinos: Kayla & Kupono
Serie: So You Think You Can Dance

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dança



Musica: The Frames - Falling Slowly
Dançarinos: Karla Garcia e Jonathan Platero
Série: So you think you can dance

sexta-feira, 12 de março de 2010

Escolhi o teu Amor, Emily Giffin

Foi-me oferecido este livro no meu aniversário, e adorei lê-lo:

"Escolhi o Teu Amor" é uma história envolvente sobre uma mulher na encruzilhada da vida e das emoções e sobre as razões que, por um lado, nos fazem escolher amar quem amamos e, por outro, nos impedem de esquecer quem nos partiu o coração.
A relação de Ellen e Andy não é aparentemente perfeita.
Eles amam-se verdadeiramente. Não há dúvidas de que a sua relação é repleta de entrega e devoção mútuas.
Até que um dia acidentalmente, Ellen cruza-se com Leo, o ex-namorado com quem manteve uma relação problemática e obsessiva; o mesmo homem que um dia, sem explicação, a deixou e lhe despedaçou o coração.
Leo, que Ellen nunca esqueceu e que, oito anos depois, reaparece por acaso e faz com que ela questione se a vida que tem é, afinal, a vida que quer e merece.

Para saber como acaba... Leiam-no!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ponto de Equilíbrio - Alma Gémea Procura-se

Andamos todos, ou pelo menos alguma vez andámos, à procura de alguém especial na nossa vida. De alguém que nos faça sentir deslumbrantes, desejados, importantes, confiantes. De alguém que nos mime e nos dê colo. De alguém que ao mesmo tempo nos tire as respiração. De alguém que nos motive e nos dê força para continuar. De alguém que tantas vezes designamos como Alma. A nossa "Alma Gémea".
Encontrar a "Alma Gémea", no entanto, é difícil. Em primeiro lugar, porque consideramos que encontrar a tal pessoa especial é um objectivo a cumprir. Daqueles que se colam na agenda, como a inscrição no ginásio ou passar mais tempo a fazer o que nos dá prazer. Em segundo, porque geralmente pocuramos no sítio errado! Procuramo-la no exterior. Fora de nós. Como referiu Heidegger, a resolução da maior parte dos problemas do Eu passa por conseguirmos "demorar-nos junto do que está perto e meditarmos sobre o que está mais próximo: aquilo que respeita a cada um de nós, aqui e agora".
Ao contrário, estamos em permanência a considerar que tudo o que necessitamos nos é dado pelo Mundo à nossa volta. Pelas pessoas que nos rodeiam, a Religião, o Estado, a Sociedade. Vemos o mundo como se tivesse sido desenhado para nós e temos muito pouca flexibilidade para vê-lo ao contrário: não como tendo sido feito para nós, mas a ser feito por nós. Esta é uma das principais razões pelas quais andamos em permanência a considerar o Mundo como injusto, como lugar onde não somos compreendidos, onde não nos conseguimos realizar, onde não somos amados nem desejados. O local onde sofremos sem razão e onde procuramos resposta para a velha questão: "que mal fiz a Deus?"
Esta é também a razão pela qual devemos virar ao contrário a procura da tal "Alma Gémea". Na concepção Existencial do Ser Humano, esta pessoa não deve procurar-se. Porque o Eu Existencialista é um Eu com sigularidades próprias, com angústias e alegrias próprias, com objectivos próprios, com uma forma própria de sentir, diferente de Outros. Quer isto
dizer que partir à procura do nosso Eu gémeo poderá ser uma procura vã, porque não existe um eu feito à nossa medida exacta. Esta pessoa não se encontra lá fora. Devemos, sim, procurá-lo dentro de nós. Mais: devemos construí-la. Como? Começando por Si. Mime-se. Tire esse ar de solidão. Ou, se por acaso for o contrário, esqueça o seu ar de el matador. Os seres especiais gostam de pessoas reais. Daquelas que marcam pela sua simplicidade, pela sua capacidade de escutar e de ajuda, pela sua empatia, pelo seu sorriso que passa dos lábios e chega aos olhos.
Por isso, no seu dia-a-dia, identifique os aspectos que poderão contribuir para elevar a sua auto-estima. Para se sentir melhor consigo próprio. Mesmo que muitas vezes lhe pareça que para elevar a sua auto-estima tem de colocar em causa a felicidade ou o bem-estar dos outros, acredite que nada retira mais bem-estar aos outros que a incapacidade de gostarmos de nós mesmos. De mostrar aos outros exactamente o que desejamos, ao invés de pensar que são eles que, se nos amam, têm a obrigação de descobrir o que nos faz felizes.
Já viu quantos mal-entendidos criamos ao deixarmos aos outros a responsabilidade de tentarem adivinhar o que nos faz falta? Quando muitas vezes somos nós mesmos que não o sabemos? Como exercício deste mês, tente responder às seguintes perguntas: o que me faz falta verdadeiramente? E, que pessoas especiais desejo encontrar? Quando tiver respondido a estas duas questões, verifique se aquilo, que lhe faz falta e a pessoa que deseja encontrar não existem já... talvez em si.
Caso sinta que não, não hesite. Peça ajuda! Há milhares de formas de chegarmos a nós. A mais rápida começa por não ficarmos parados. Por isso, faça-se um favor, ponha a sua vida a mexer!

Texto por: Teresa Marta, retirado da revista Saber Viver, nº 117
Foto por: CarlinhaFernandes

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mano no Carnaval 2010







fotos por: Carlinhacfernandes

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Utilizando a Sabedoria da Vida

A Rainha de Copas surge como arcano conselheiro neste momento de sua vida, Carla, chamando sua atenção para a importância de utilizar a sabedoria das experiências vividas em sua existência neste momento. A vida humana é, na maioria das vezes, uma roda incessante de repetições. É quando finalmente paramos para entender melhor o que tanto se repete em nossas existências que é possível dar um salto e amadurecer. Acima de tudo, procure escutar as pessoas ao seu redor, não necessariamente para segui-las, mas para entender melhor o ponto de vista delas.

A Rainha de Copas também vem lembrar que a maior parte de seus problemas neste momento pode ser superada a partir de uma atitude persistente, paciente e prudente. Há momentos em que a melhor estratégia é a indireta, sem confrontos objetivos. Siga “comendo pelas beiradas” e você terá mais sucesso do que se tiver muita pressa.

Conselho: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Não quero pensar nisso!

Já pensou quantas vezes pensa: "não quero pensar nisso!" ? Que azar: ao dizermos esta simples expressão já estamos, de facto, a pensar.. nisso! No entanto, estamos a fugir a algo muito importante: estamos a fugir da reflexão. De reflectir sobre o que nos acontece. E, se o fizermos em permanência, só estamos a contribuir para adiar os nossos problemas. Não resolvemos. Adiamos. E adiamo-los para quando? Para mais tarde! Sim, mas quando?
Quando se vai dar ao trabalho de pensar sobre os pensamentos nos quais não quer pensar? Quando já for tarde de mais? Quando, entretanto, os acontecimentos tenhas, por si próprios, tomado um rumo, um caminho, que de repente você percebe que já não consegue controlar? Que já não consegue acompanhar? Martin Heidegger escreveu uma vez sobre o facto de existirem em nós dois tipos de pensamento: o pensamento que calcula e o pensamento que reflecte. Heidegger queria dizer que o pensamento que calcula é o pensamento do imediato, o que corre de objectivo em objectivo, de oportunidade em oportunidade, que calcula mas que nunca pára. Ou seja, nunca chega a meditar!
Com são actuais estas palavras do filósofo pronunciadas em 1949! À semelhança desse tempo, também nós, hoje, fugimos do pensamento. E de que pensamento? Do pensamento que reflecte. Fugimos de reflectir nas coisas "Já tenho duas contas ordenado e estou outra vez sem dinheiro antes do final do mês... Não quero pensar nisso!"; "Já é a terceira vez que inicio uma dieta e não consigo emagrecer. Apetece-me um pastel de nata. Que seja! Agora não quero pensar nisso!". E assim vamos nós. De pensamento em pensamento. Mas sem parar para reflectir.
De facto, o pensamento que reflecte custa. É dificil. Dói. Dói-nos. Faz doer nos outros. Tem impacto neles. E em nós. O pensamento que reflecte é aquele que medita sobre tudo o que nos acontece. Se realmente está disposta a reflectir, experimente fazer algo tão simples como isto: em primeiro lugar, não adie mais decisões. Nomeadamente, as que anda a tentar tomar há muito tempo. Se as pensa há tanto tempo é porque fazem sentido. Por isso aja!
Em segundo lugas, permita-se ir além dos seus pensamentos. Permita-se reflectir. Dentro dos seus limites. Sempre que deixar de pensar e conseguir reflectir um pouco sobre o "porquê" vai estar a desenrolar mais uns quantos nós cegos que tem vindo a dar na sua vida. Por isso aja!
Em terceiro lugar, se tiver pensamentos ruminantes, daqueles que estão sempre lá, das duas uma: se forem bons e não tiver coragem para os concretizar, experimente fazê-lo! Mas, se os pensamentos forem maus, reflicta! Podem ser alertas. Para coisas más das quais se deve afastar. Ou para coisas boas que não anda a ver.
Finalmente, nunca, mas nunca, pense que algo lhe vai correr mal. Isso é o primeiro parro para que as coissas corram mesmo mal. Se o pensamento lhe surgir, reflicta: por que é que estou a pensar que isto vai correr mal? Há necessidade? Que ganho com isso?
Boas reflexões!


Texto: Ponto de Equilibrio, por Teresa Marta, na revista Saber Viver, nº 116.
Foto: Carlinha Fernandes