Se houver uma atmosfera harmoniosa, o meu olfacto é atraido pelo cheiro do ar em que tu passas-te sigo o xeiro e encontro-te numa noite de lua xeia.Olhando descontraidamente o mar e o reflexo da lua sobre o mesmo, enkanto se aproxima bem devagarinho uma sombra, depois sentes um calor no pescoço e o sangue quente a correr a miude pelo teu pescoço abaixo, nem uma pinga no chão.
Cais devagarinho nos braços dele e a noite que nunca mais prega o olho sempre a nos observar enquanto fazemos amor, suavemente e abruptamente ao mesmo tempo derrepente espreitam os primeiros raios de luz, tu abres primeiro o teu olho eskerdo, depois cais da cama ainda ensonada e percebes que acabas-te de ter um belo e arrepiante sonho:)
Tornas a fechar violentamente a janela do karto, tentas pregar o olho novamente e te perder no calor da lua, ele foi-se e tu reparas nos rasgões nos lençois, as gotas de sangue que te encaminham de novo á janela, voltas a abri-la devagarinho com medo de ser queimada pelo sol, e nada acontece, apercebes-te que está mais um dia lá fora á tua espera. Cais desesperada na cama e esperas o dia passar, o sol se por e dás por ti perdida na noite, mesmo kentinha na tua cama estas sozinha e perdida, a lua esta meia e tu esperas e esperas a sede toma conta do teu corpo, pedes pra morrer, mas só te resta viver debaixo deste escaldante sol.
Morre pra viver ou então vive a morrer de saudade dakela noite interminavel que mesmo assim passou a nostalgia, é agora tua unica companheira, será que estas realmente só?
As lembranças dakela noite doce e sangrenta fazem eco na tua cabeça. E agora?
Cais devagarinho nos braços dele e a noite que nunca mais prega o olho sempre a nos observar enquanto fazemos amor, suavemente e abruptamente ao mesmo tempo derrepente espreitam os primeiros raios de luz, tu abres primeiro o teu olho eskerdo, depois cais da cama ainda ensonada e percebes que acabas-te de ter um belo e arrepiante sonho:)
Tornas a fechar violentamente a janela do karto, tentas pregar o olho novamente e te perder no calor da lua, ele foi-se e tu reparas nos rasgões nos lençois, as gotas de sangue que te encaminham de novo á janela, voltas a abri-la devagarinho com medo de ser queimada pelo sol, e nada acontece, apercebes-te que está mais um dia lá fora á tua espera. Cais desesperada na cama e esperas o dia passar, o sol se por e dás por ti perdida na noite, mesmo kentinha na tua cama estas sozinha e perdida, a lua esta meia e tu esperas e esperas a sede toma conta do teu corpo, pedes pra morrer, mas só te resta viver debaixo deste escaldante sol.
Morre pra viver ou então vive a morrer de saudade dakela noite interminavel que mesmo assim passou a nostalgia, é agora tua unica companheira, será que estas realmente só?
As lembranças dakela noite doce e sangrenta fazem eco na tua cabeça. E agora?
by: Cristovão Vieira
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