sábado, 24 de abril de 2010

Anatomia de Grey

"We spend our whole lives worrying about the future, planning for the future, trying to predict the future, as if figuring it out will cushion the blow. But the future is always changing. The future is the home of our deepest fears and wildest hopes. But one thing is certain when it finally reveals itself. The future is never the way we imagined it."

"Did you say it?
'I love you. I don't ever want to live without you. You changed my life.'
Did you say it?
Make a plan. Set a goal. Work toward it, but every now and then, look around; Drink it in 'cause this is it.
It might all be gone tomorrow."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Riscas

A pedido de alguém muito importante, vou colocar as fotos do gato da minha prima, para que ela possa vê-lo.


Beijo grandeeee...

Fotos por: CarlinhaFernandes

Os meus bichinhos...

Segundo o Feng Shui, as tartarugas são consideradas "Animais Sagrados" ou "Animais Protectores".

O seu significado:
É um animal de casco duro, passa energia de protecção e segurança. Está localizada nas costas ou na parte de trás da casa. Transmite também energia de estabilidade, poder, autoridade e firmeza. Em geral, era representada por uma montanha bem alta.


Há quem diga que: "As familias que adoptam uma tartaruga são abençoadas com sorte, protecção, segurança e felicidade"...


Fotos por: CarlinhaFernandes
Modelos: Minhas tartarugas (Conchita, Pequenina e Amy) hihi =)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ponto de Equilíbrio - À Frente do Autocarro...

Tive medo. Confesso. Já tive muito medo na minha vida. Medo de não conseguir. Medo de falhar. Medo da dor física. Medo das minhas emoções. Medo de estar só. Medo de estar acompanhada. Medo de me confrontar com problemas impossíveis de resolver. Com uma doença incurável. Com uma inevitável imobilidade que pudesse paralisar os movimentos para sempre.
Tenho 40 anos. À medida que o tempo foi passando na minha vida, os meus medos tornaram-se menos fisícos e materiais e passaram a ser mais imaterializáveis, menos palpáveis. Isto também elevou a minha escala de medo para receios menos consciencializados. Passei a ter medo da minha finitude. De me confrontar com a morte. De sentir que de um momento para o outro posso acabar. Medo de ver partir o meu pai (após ter perdido a minha mãe, este medo tornou-se real). Medo de ver partir o meu filho.
Após 12 difíceis anos de procura pessoal, hoje acredito que nós somos os únicos a ter o poder de criar e alterar a nossa própria vida. De criar o que nos acontece. Logo, somos os únicos a criar os nossos próprios medos. A deixar que eles nos dominem. Os únicos a deixar que os nossos pensamentos nos levem para o medo, ou, ao contrário, nos conduzam à esperança. Como diria Jean- Paul Sartre, tudo o que somos é resultado de escolhas existenciais pelas quais somos os únicos responsáveis: " Ninguém fez de mim nada. Eu é que fiz, faço e farei de mim, tudo. Aquilo que eu sou é pois aquilo que eu faço". De facto, ninguém pode escolher por nós. Se isso acontecer é porque escolhemos não fazer escolhas.
Esta ideia é curiosa, pois o medo que sentimos é um medo projectado. Um medo antecipado. Um medo que nos leva a ser prisioneiros, não do tempo vivido, do aqui e agora, mas do futuro. Prisioneiros do futuro. Por antecipação de coisas negativas sobre as quais vivemos em função.
Este futuro como prisão acontece até nas coisas mais cimples: se não começar a controlar o colesterol posso ter um AVC, se não deixar de fumar é possível que venha a ter cancro do pulmão, se não me vacinar contra a gripe A tenho mais probabilidade de a apanhar, se... Que futuro é este que ainda não chegou e que já nos faz prisioneiros?
Posto isto, onde está você neste momento? Onde se encontra no seu percurso de vida? Na frente do autocarro a conduzi-lo ou nos bancos de trás, a deixar-se transportar? A deixar que os receios de comandar o volante o levem efectivamente onde não deseja?
É então possível escolher hoje entre duas atitudes bem diferentes: ser você a conduzir o autocarro ou sentar-se e deixar que o levem! A escolha é apenas sua. A partir do momento em que conseguir ser você o condutor, dia após dia, vai ver que os medos se vão dissipando. Garanto-lhe que não tem mais medos do que aqueles que eu sentia. Pelo menos dos que me imobilizavam sem vontado para continuar na frente a conduzir.
Se assim é, e se desejar ser você a definir a direcção do autocarro, faça uma lista dos seus medos. Após ter elaborado essa lista guarde-a e tente não voltar a pensar nela. Pense antes que isolou os medos, que os prendeu num local seguro. Volte a olhar para a lista apenas daqui a um mês. Verifique então quais foram, dos seus receios, os que efectivamente se concretizaram. Verá que se vai surpreender! A vida nunca é tão negra como a vemos.
Hoje aconteça o que acontecer, sei que sou capaz de isolar os meus medos como pensamentos maus que não merecem fazer parte das coisas boas da minha vida. Por muito que você não acredite nisto, eu acredito que também o consegue fazer. Quer tentar?

Texto por: Teresa Marta, Revista Saber Viver, número 118, Abril 2010
Foto por: CarlinhaFernandes

sábado, 27 de março de 2010

Dança



Musica: Sara Bareilles
Dançarinos: Kayla & Kupono
Serie: So You Think You Can Dance

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dança



Musica: The Frames - Falling Slowly
Dançarinos: Karla Garcia e Jonathan Platero
Série: So you think you can dance

sexta-feira, 12 de março de 2010

Escolhi o teu Amor, Emily Giffin

Foi-me oferecido este livro no meu aniversário, e adorei lê-lo:

"Escolhi o Teu Amor" é uma história envolvente sobre uma mulher na encruzilhada da vida e das emoções e sobre as razões que, por um lado, nos fazem escolher amar quem amamos e, por outro, nos impedem de esquecer quem nos partiu o coração.
A relação de Ellen e Andy não é aparentemente perfeita.
Eles amam-se verdadeiramente. Não há dúvidas de que a sua relação é repleta de entrega e devoção mútuas.
Até que um dia acidentalmente, Ellen cruza-se com Leo, o ex-namorado com quem manteve uma relação problemática e obsessiva; o mesmo homem que um dia, sem explicação, a deixou e lhe despedaçou o coração.
Leo, que Ellen nunca esqueceu e que, oito anos depois, reaparece por acaso e faz com que ela questione se a vida que tem é, afinal, a vida que quer e merece.

Para saber como acaba... Leiam-no!