segunda-feira, 1 de março de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Utilizando a Sabedoria da Vida
A Rainha de Copas também vem lembrar que a maior parte de seus problemas neste momento pode ser superada a partir de uma atitude persistente, paciente e prudente. Há momentos em que a melhor estratégia é a indireta, sem confrontos objetivos. Siga “comendo pelas beiradas” e você terá mais sucesso do que se tiver muita pressa.
Conselho: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Não quero pensar nisso!
Quando se vai dar ao trabalho de pensar sobre os pensamentos nos quais não quer pensar? Quando já for tarde de mais? Quando, entretanto, os acontecimentos tenhas, por si próprios, tomado um rumo, um caminho, que de repente você percebe que já não consegue controlar? Que já não consegue acompanhar? Martin Heidegger escreveu uma vez sobre o facto de existirem em nós dois tipos de pensamento: o pensamento que calcula e o pensamento que reflecte. Heidegger queria dizer que o pensamento que calcula é o pensamento do imediato, o que corre de objectivo em objectivo, de oportunidade em oportunidade, que calcula mas que nunca pára. Ou seja, nunca chega a meditar!
Com são actuais estas palavras do filósofo pronunciadas em 1949! À semelhança desse tempo, também nós, hoje, fugimos do pensamento. E de que pensamento? Do pensamento que reflecte. Fugimos de reflectir nas coisas "Já tenho duas contas ordenado e estou outra vez sem dinheiro antes do final do mês... Não quero pensar nisso!"; "Já é a terceira vez que inicio uma dieta e não consigo emagrecer. Apetece-me um pastel de nata. Que seja! Agora não quero pensar nisso!". E assim vamos nós. De pensamento em pensamento. Mas sem parar para reflectir.
De facto, o pensamento que reflecte custa. É dificil. Dói. Dói-nos. Faz doer nos outros. Tem impacto neles. E em nós. O pensamento que reflecte é aquele que medita sobre tudo o que nos acontece. Se realmente está disposta a reflectir, experimente fazer algo tão simples como isto: em primeiro lugar, não adie mais decisões. Nomeadamente, as que anda a tentar tomar há muito tempo. Se as pensa há tanto tempo é porque fazem sentido. Por isso aja!
Em segundo lugas, permita-se ir além dos seus pensamentos. Permita-se reflectir. Dentro dos seus limites. Sempre que deixar de pensar e conseguir reflectir um pouco sobre o "porquê" vai estar a desenrolar mais uns quantos nós cegos que tem vindo a dar na sua vida. Por isso aja!
Em terceiro lugar, se tiver pensamentos ruminantes, daqueles que estão sempre lá, das duas uma: se forem bons e não tiver coragem para os concretizar, experimente fazê-lo! Mas, se os pensamentos forem maus, reflicta! Podem ser alertas. Para coisas más das quais se deve afastar. Ou para coisas boas que não anda a ver.
Finalmente, nunca, mas nunca, pense que algo lhe vai correr mal. Isso é o primeiro parro para que as coissas corram mesmo mal. Se o pensamento lhe surgir, reflicta: por que é que estou a pensar que isto vai correr mal? Há necessidade? Que ganho com isso?
Boas reflexões!
Texto: Ponto de Equilibrio, por Teresa Marta, na revista Saber Viver, nº 116.
Foto: Carlinha Fernandes
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Existem coisas que simplesmente valem a pena...
Vale a pena acordar logo cedo e nos maravilharmos com a Natureza.
Um Nascer do Sol perfeito é sempre bem-vindo... mesmo contemplando-o sozinha, partilho com o mundo!
A Cry for Nature!
Um Nascer do Sol perfeito é sempre bem-vindo... mesmo contemplando-o sozinha, partilho com o mundo!
A Cry for Nature!




Às vezes chegar 5 minutos atrasada ao trabalho, não faz mal, quando é para ver algo tão maravilhoso!
Fotos por: Carlinha Fernandes, com o iPhone
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Ponto de Equilíbrio - Porque é tão difícil sair da nossa zona de conforto?
Este é também o primeiro passo para começarmos a fazer coisas que não nos apetece. E, desta forma, começamos a agir contra nós mesmas. Contra os nossos interesses. E o pior é que sabemos que o estamos a fazer, mas sabotamo-nos e ficamos no conforto do casulo. Continuamos a assumir tarefas, funções e lugares na vida profissional e pessoal que há muito deixaram de fazer sentido. Dizemos não, quando queríamos dizer que sim. Dizemos sim, quando o nosso interior implora que digamos "não"!
E de repente a vida passou. E temos 30, 35, 40, 45, 50, 60 anos. E descobrimos que não fizemos nada por nós! Porque ficámos agarrados ao consolo (tantas vezes fictício) da zona de conforto. Não nos lembramos do nosso nascimento. Mas essas experiência está impressa nas nossas células. E foi, de facto, a nossa primeira grande experiência de saída da nossa zona de conforto. Essa marca estará em nós para sempre e é determinante. Contudo, não estamos condenados: como refere Jean-Paul Sartre, " o importante não é o que fizeram de nós, mas o que fizemos com o que fizeram de nós". Ou seja, está em nós a capacidade de dar a volta. Mas estamos muito pouco despertos para agir neste sentido. Até porque, quanto mais tentamos remar contra tudo o que nos incutiram ao longo da vida, mais estamos a entrar no desconhecido, a sair da zona de conforto. Temos liberdade para o fazer, mas isso assusta-nos.
Vamos então tentar perceber o que podemos fazer para ir saindo da nossa zona de conforto. Pode começar por coisas tão banais como optar por um trajecto diferente na ida para o emprego; tomar um café num local não habitual; ventir o bikini que acha que a faz gordinha; ou dizer a um desconhecido: posso sentar-me na sua mesa para tomar café? Atreva-se! Não se esconda do mundo. Ele está cá para ti.
E tenha coragem de cometer erros. Vai ver que é bom! Comece por situações que, a causarem erros, sejam pouco importantes. Se errar, é óptimo! Está a aprender. Se nunca enfrentar as suas limitações, se nunca sair da sua zona de conforto, nunca vai saber se teria sido capaz de...! Já imaginou chegar lá à frente e pensar: " Se eu não tivesse tido receio a minha vida teria sido diferente". Sabe que a maioria dos nossos medos não se concretiza? Ao invés de pensar, por exemplo, que pode perder o emprego, pense antes que, se isso ocorrer, pode originar a grande oportunidade da sua vida.
Façamos então um último exercício: defina as duas metas que deseja alcançar nos próximos seis meses. Escreva-as no papel. Assim, já estará a começar a materializá-las. Não se esqueça que têm de implicar a sua saída da zona de conforto. E trabalhe para ultrapassar todos os obstáculos que lhe vão surgir. Não tenha medo! Eles apenas significam que está a começar a conseguir sair do casulo. E isso é bom. Agarre-se com unhas e dentes a esta tarefa!
E de repente a vida passou. E temos 30, 35, 40, 45, 50, 60 anos. E descobrimos que não fizemos nada por nós! Porque ficámos agarrados ao consolo (tantas vezes fictício) da zona de conforto. Não nos lembramos do nosso nascimento. Mas essas experiência está impressa nas nossas células. E foi, de facto, a nossa primeira grande experiência de saída da nossa zona de conforto. Essa marca estará em nós para sempre e é determinante. Contudo, não estamos condenados: como refere Jean-Paul Sartre, " o importante não é o que fizeram de nós, mas o que fizemos com o que fizeram de nós". Ou seja, está em nós a capacidade de dar a volta. Mas estamos muito pouco despertos para agir neste sentido. Até porque, quanto mais tentamos remar contra tudo o que nos incutiram ao longo da vida, mais estamos a entrar no desconhecido, a sair da zona de conforto. Temos liberdade para o fazer, mas isso assusta-nos.
Vamos então tentar perceber o que podemos fazer para ir saindo da nossa zona de conforto. Pode começar por coisas tão banais como optar por um trajecto diferente na ida para o emprego; tomar um café num local não habitual; ventir o bikini que acha que a faz gordinha; ou dizer a um desconhecido: posso sentar-me na sua mesa para tomar café? Atreva-se! Não se esconda do mundo. Ele está cá para ti.
E tenha coragem de cometer erros. Vai ver que é bom! Comece por situações que, a causarem erros, sejam pouco importantes. Se errar, é óptimo! Está a aprender. Se nunca enfrentar as suas limitações, se nunca sair da sua zona de conforto, nunca vai saber se teria sido capaz de...! Já imaginou chegar lá à frente e pensar: " Se eu não tivesse tido receio a minha vida teria sido diferente". Sabe que a maioria dos nossos medos não se concretiza? Ao invés de pensar, por exemplo, que pode perder o emprego, pense antes que, se isso ocorrer, pode originar a grande oportunidade da sua vida.
Façamos então um último exercício: defina as duas metas que deseja alcançar nos próximos seis meses. Escreva-as no papel. Assim, já estará a começar a materializá-las. Não se esqueça que têm de implicar a sua saída da zona de conforto. E trabalhe para ultrapassar todos os obstáculos que lhe vão surgir. Não tenha medo! Eles apenas significam que está a começar a conseguir sair do casulo. E isso é bom. Agarre-se com unhas e dentes a esta tarefa!
por Teresa Marta, Saber Viver
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Reflexão ao amanhecer...
A magia morreu, tudo recaia na monotomia de mais um dia igual ao outro.
O sofrimento é escondido através das horas de ocupação no trabalho.
Atrás de um sorriso esconde-se uma vontade de chorar.
O ego é escondido atrás de muralhas erguidas.
A saudade permanece num coração já esquecido.
O amor desvanece, desaparece pela distância .
A vontade de permanecer vivo, acaba à medida que se torna claro a clareza da vida.
Mantem-se na vida à procura da magia e de um ponto de equilibrio.
Procura uma maneira alegre de viver.
Procura apoio onde ninguém lhe dá e encontra-o onde não deve.
Espera por umas novas asas para voar, pois deixou de as ter e não sabe onde ficaram.
Respira o dia de ontem, à espera de um ar novo.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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